Nova unidade busca acelerar pesquisas e inovação em proteínas funcionais para alimentos e nutrição animal
A JBS lançou nesta quarta-feira, 1º de abril de 2026, seu novo centro de biotecnologia avançada no Brasil, voltado ao desenvolvimento de proteínas funcionais, conhecidas como “superproteínas”. Localizado em Florianópolis, Santa Catarina, o JBS Biotech tem como objetivo consolidar o país como polo de inovação em alimentos e ingredientes nutricionais.
Estrutura e capacidade do centro
Instalado dentro do Sapiens Parque, complexo de pesquisa e desenvolvimento do estado, o centro ocupa uma área superior a 4 000 m² e abriga mais de 20 laboratórios especializados. A infraestrutura foi planejada para apoiar desde pesquisas científicas básicas até processos de validação tecnológica aplicáveis em escala industrial, permitindo a transição rápida de descobertas laboratoriais para soluções de mercado.
Segundo a direção da empresa, a unidade funciona como um hub interdisciplinar, integrando áreas como biotecnologia, fisiologia, farmacologia e ciência de dados. A estrutura inclui biobancos, laboratórios de simulação computacional e recursos de supercomputação, que possibilitam análises complexas e o uso de inteligência artificial no desenvolvimento de moléculas e formulações.
Superproteínas: definição e propósito
“Superproteínas” são proteínas com propriedades funcionais específicas, como perfis de aminoácidos ajustados, alta digestibilidade e características nutricionais diferenciadas. Elas podem ser aplicadas em produtos alimentícios, suplementos ou soluções nutricionais para humanos e animais. O desenvolvimento dessas proteínas envolve biologia molecular avançada, engenharia de processos e análise de dados para criar ingredientes de alto valor agregado.
A JBS destaca que o objetivo do centro não é apenas produzir ingredientes, mas criar plataformas tecnológicas que acelerem a disponibilização de produtos inovadores no mercado, reduzindo o tempo entre pesquisa e aplicação industrial.
Liderança e estratégia
A engenheira química Fernanda Berti, doutora em Desenvolvimento de Processos Químicos e Biotecnológicos, coordena o centro e enfatiza seu papel como polo interdisciplinar, reunindo pesquisas fundamentais, simulações computacionais e validação experimental.
Para o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni, a iniciativa representa um avanço estratégico. Ele ressalta que a unidade “eleva o padrão competitivo da cadeia de proteína animal” e possibilita o desenvolvimento de soluções que vão além de produtos tradicionais, com foco em características funcionais e nutricionais diferenciadas.
Aplicações e impacto esperado
O centro trabalhará em nutrição de precisão, capaz de modular respostas fisiológicas em animais e seres humanos, além do desenvolvimento de proteínas para alimentos e suplementos. A expectativa é que esses avanços contribuam para a melhoria da qualidade nutricional dos produtos e para uma produção mais sustentável de proteínas.
A infraestrutura também permite integrar diversas fases do ciclo de pesquisa e desenvolvimento, incluindo análise de dados complexos e utilização de inteligência artificial para otimização de moléculas, formulações e novos produtos.
Conclusão
A inauguração do JBS Biotech representa um marco na inovação em proteínas no Brasil, consolidando o país como um centro estratégico para pesquisas em alimentos funcionais. Ao investir em superproteínas e plataformas tecnológicas avançadas, a JBS busca acelerar o desenvolvimento de produtos com alto valor agregado, que atendam tanto ao setor de nutrição animal quanto à indústria de alimentos e suplementos para humanos.
O centro também reforça a capacidade da empresa de se manter competitiva globalmente, integrando pesquisa científica, engenharia de processos e inteligência artificial para gerar soluções nutricionais diferenciadas. Com essa iniciativa, a JBS posiciona-se na vanguarda das tendências internacionais de alimentação funcional, nutrição personalizada e eficiência produtiva, abrindo caminho para novos produtos inovadores que podem impactar tanto o mercado interno quanto cadeias globais de proteína.
No médio e longo prazo, o sucesso do centro dependerá da continuidade da integração entre pesquisa e aplicação industrial, da gestão eficiente dos recursos tecnológicos e da capacidade de traduzir descobertas científicas em soluções comerciais escaláveis. Dessa forma, a unidade tem potencial para influenciar tendências globais de alimentos e suplementação nutricional, além de contribuir para a sustentabilidade e inovação na cadeia de produção de proteínas.
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