DDG Ganha Espaço na Nutrição Animal e Fortalece Competitividade de Aves e Suínos
O uso de DDG (grãos secos de destilaria) em rações para aves e suínos tem avançado de forma consistente no Brasil, ajudando produtores a reduzir despesas e tornar a produção de proteína animal mais competitiva. Esse crescimento acompanha a expansão das biorrefinarias de milho, que se multiplicaram nos últimos anos, especialmente no Centro-Oeste.
Oferta em expansão e redução de custos
O DDG surge como subproduto da produção de etanol e preserva nutrientes importantes, como proteína, óleo, fibra e minerais. Com mais unidades industriais em operação, o volume disponível para formulações nutricionais aumenta e se torna alternativa viável na substituição parcial do milho e do farelo de soja — ingredientes que representam a maior parcela do custo total das rações.
Projeções indicam que, em 2025, o país pode alcançar aproximadamente 5 milhões de toneladas de DDG, ampliando ainda mais seu papel na alimentação animal.
Para especialistas em nutrição, o benefício é claro: quando usado de forma técnica e com ajustes adequados nas formulações, o DDG mantém o desempenho dos animais e contribui para diminuir o custo final da produção.
Logística, desafios e avanços
Mesmo com vantagens econômicas, a distribuição ainda é um ponto de atenção. Como grande parte das biorrefinarias está concentrada no Centro-Oeste, o transporte para outras regiões eleva o custo logístico. Ainda assim, quando comparado a insumos tradicionais, o DDG segue competitivo, especialmente em dietas formuladas por modelos matemáticos que equilibram eficiência e preço.
Outra frente promissora é o uso de novas matérias-primas. Algumas biorrefinarias já realizam testes com culturas como sorgo — mais resistente ao déficit hídrico — e trigo, o que pode ampliar a oferta de DDG e diversificar regiões produtoras.
Avanço para avicultura e suinocultura
Para setores que dependem de precisão nutricional, como avicultura e suinocultura, o DDG se torna peça estratégica. Sua inclusão em dietas balanceadas por algoritmos contribui para estabilidade produtiva, sustentabilidade e agregação de valor nas cadeias.
A expectativa é que o avanço das biorrefinarias e o aperfeiçoamento das tecnologias de formulação impulsionem ainda mais o uso do DDG nos próximos anos.
No campo, o cenário é animador para os produtores: maior eficiência nas rações, custos reduzidos e mais segurança diante da oscilação de preços de insumos tradicionais como milho e soja.
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